Hugo Ribeiro

Hugo Ribeiro

12/06/1992 (Brasil / São Paulo / Santo André)

1

Outros nomes
Hugo Ribeiro

Redes sociais
E-mail: hugoribeirofotos@gmail.com

Instagram: hugoribeirofotos

WhatsApp: (11) 94941-7562

HUGO RIBEIRO DE PAULA E SILVA

Nascido em São Bernardo do Campo em 1992, Hugo Ribeiro foi criado em Santo André, cidade contígua, em uma família de operários metalúrgicos. Ingressou na faculdade de Direito em 2011, onde passou a frequentar grupos de estudo sobre Economia Política, Filosofia e Literatura. Em 2018, paralelamente ao exercício da advocacia antitruste e trabalhista, passa a usar a fotografia como meio de produção artística, buscando, por meio da linguagem fotográfica e das montagens, problematizar questões dadas na sociedade contemporânea, em especial, as concernentes à vida urbana da Grande São Paulo.

Em setembro de 2019 ganhou o "Prêmio Transatlântico de Fotografia Lebenskunst: 100 Bauhaus" e em viagem à Berlim, participou de atividades práticas orientadas por Frank Schumacher (Departamento de Fotografia) da Lette-Verein. No mesmo ano participou de exposição com as fotograsfias vencedoras do prêmio no festival "Brasilien Trifft Berlin" na Embaixada do Brasil na Alemanha (em Berlim).

Em setembro de 2020 participou da exposição "Sala de Estar" promovida pelo SESC de São Caetano do Sul com duas fotomontagens. Disponível em: https://www.instagram.com/p/CFPKN3Lg6Z-/?igshid=1tajk34vq8l39.

Em dezembro de 2020 participou da exposição "Xícara Proibida", promovida pelo Cuiabá 153, com texto sobre as obras expostas pelas artistas.

Em março de 2021 apresentou ensaio sobre os sinais do processo desindustrialização de São Paulo ao longo das linhas 7 e 10 da CPTM, antiga São Paulo Railway, em exposição virtual promovida pelo Comitê Brasileiro para Conservação do Patrimônio Industrial (TICCIH/Brasil). O projeto contou com apoio institucional da CPTM (https://www.cptm.sp.gov.br/noticias/Pages/CPTM-apoia-exposi%C3%A7%C3%A3o-virtual-sobre-desindustrializa%C3% A7%C3%A3o-em-S%C3%A3o-Paulo-.aspx.) e de outras entidades como a Faculdade das Américas e o Centro de Memórias Queixadas. Algumas das imagens passaram a integrar o acervo de fotografias do Centro de Memórias Queixadas de Perús.

Em abril de 2021 participou de exposição coletiva promovida pela Galeria Virtual Arttere com dois trabalhos. A seleção dos trabalhos expostos foi feita pela curadoria de Diego Castro.

Em 2022 participará da exposição do "Cuiabá 153 e Portões que Falam", sobre o tema "infância", com o projeto "Le garçon d'argent": Quando a precarização da vida urbana, a degradação das condições mínimas de vida, o retrocesso neoliberal e o empobrecimento da reflexão passam, concomitantemente, a combalir garantias fundamentais do ser humano, profanando, até mesmo, a mais sagrada das etapas da vida, a infância, a fotografia e a montagem retomam o seu papel histórico-artístico de crítica e denúncia. Negando o que é posto, como uma ironia, há a mais ferrenha busca pela desmistificação das aparências fetichizadas (enfeitiçadas) da vida cotidiana. A expoisção foi suspensa em virtude das medidas restritivas de circulação tomadas pelo Governo de São Paulo em combate ao Coronavírus. As fotos ainda não puderam ser divulgadas em virtude de regras previstas no edital.

Exposições Individuais

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
OK